segunda-feira, 3 de agosto de 2020

A HOMEOPATIA na Codiv-19- CAMPANHA

Informação à imprensa

A HOMEOPATIA na Codiv-19

        A campanha Homeopatia na Covid-19 é uma iniciativa que reúne médicos homeopatas voluntários para oferecer acompanhamento homeopático gratuito e individualizado à população. Através da Telemedicina  com uma plataforma específica, há 4 meses dezenas de médicos homeopata em todo Brasil vem atendendo
pacientes  que apresentam sintomas leves  ou, quadro de tratamento com isolamento domiciliar e também na intervenção preventiva da Covid-19.

         A ação ‘Homeopatia na Covid-19’ surgiu por iniciativa da Escola de Homeopatia de Curitiba e da Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB), que estão somando esforços à força de trabalho médica-científica, utilizando os princípios fundamentais da homeopatia e suas contribuições em outras epidemias mundiais (*História). Também participam dezenas de farmácias homeopáticas em todo pais, que fornecem medicamentos homeopáticos aos pacientes com custo reduzido.

GRUPOS DE ESTUDO – Desde o início da atual pandemia Coronavírus-Covid 19 inúmeros grupos de estudos de médicos homeopatas foram organizados, tanto no Brasil como no exterior. O foco é a análise e discussão dos medicamentos a serem usados na pandemia, como a Homeopatia pode atuar e colaborar com os pacientes que necessitam de atendimento médico e não podem pagar.

Esses núcleos trocam informações constantemente e apontam para um grupo de medicamentos com mais relevância para que os médicos voluntários sejam orientados.

“Esse atendimento homeopático as pessoas é um complemento ao tratamento e orientações sobre higiene e contenção do vírus repassados pelas autoridades de saúde”, ressalta Dr. Luiz Darcy Siqueira, presidente da Associação Médica Homeopática Brasileira ( AMBH). “Não é uma cura da Codiv-19, nem uma vacina, mas, uma forma de harmonizar o indivíduo em todos os aspectos – físico, emocional e psicológico, que são avaliados no tratamento homeopático ”, fala.

TELEMEDICINA – O atendimento aos pacientes tem as seguintes características: ambulatorial, individualizado, à distância e gratuito.  Os pacientes que atendem os pré-requisitos (que apresentam sintomas leves , ou, quadro de tratamento com isolamento domiciliar), devem se cadastrar no site da campanha: www.homeopatianacovid.com.br onde receberão login e senha. Esse cadastro – SEGURO E CRIPTOGRAFADO – vai gerar um prontuário médico e um termo de consentimento que o paciente deve assinar eletronicamente. Em seguida, ele responderá perguntas sobre seu quadro clínico, e, um questionário homeopático específico criado para o Covid-19.

Essas informações serão direcionadas, geograficamente, a um médico homeopata voluntário e o atendimento será feito na modalidade de telemedicina, ferramenta autorizada temporariamente pelo Ministério da Saúde.

MÉDICO HOMEOPATA VOLUNTÁRIO – Após analisar as respostas o médico fará a prescrição – com base nas características individuais do paciente – de um dos medicamentos identificados pelos grupos de estudo. Os médicos homeopatas voluntários passam por capacitação e tutoria sobre a operacionalização da campanha e sobre o modelo de atendimento, através do Conselho de Entidades Formadoras da AMBH. Os resultados serão arquivados e encaminhados para futuras publicações científicas. Todo o processo segue os critérios de sigilo médico.

PREÇO REDUZIDO – A Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH) também apoia a campanha a Homeopatia na Covid19 e várias farmácias estão cadastradas no site. Desta forma os pacientes terão como adquirir o medicamento homeopático com preço reduzido.

QUEM APÓIA – A campanha ‘Homeopatia na Covid-19’ foi criada pela Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB), operacionalizada pela Escola Homeopática de Curitiba (EHC), e tem o apoio: das Associações Federadas da AMHB; do Conselho de Entidades Formadoras da AMHB, que reúne as Entidades Formadoras Acreditadas à AMHB; da Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH); da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas Homeopatias (ABCDH), Associação Brasileira de Médicos Veterinários Homeopatas (ABMVH) e da Fundação de Estudos Médicos Homeopáticos do Paraná (FEMHPR).

HISTÓRIA DA HOMEOPATIA EM PANDEMIAS

                A história da Homeopatia, uma ciência médica criada, 1796, pelo médico alemão Dr. Samuel Hahnemann atende a área metodológica da ciência quando se baseia na: experimentação/observação/repetição/comprovação. Os registros históricos das contribuições do tratamento homeopático em epidemias mundiais se baseiam no princípio: quadro clínico e a manifestação de sintomas, que são comuns na maioria dos doentes acometidos pela doença nessas circunstâncias. Hahnemann enfatiza que o médico deve levar em conta no processo da prescrição do medicamento as características de cada paciente (físicas, psíquicas, emocionais, alimentares, entre outras).

 (*) A linha do tempo apresenta as contribuições da Homeopatia em epidemias mundiais. Esse conteúdo é amplamente utilizado em toda fundamentação teórica científica elaborada pelo Dr. Samuel Hahnemann, e utilizada como base para a formação e prática da homeopatia.

  • 1797/1799 – Febres contínuas – Helmstedt e Königslutter/Alemanha.
  • 1813 – Tifo – Alemanha   
  • 1820 – Febre Escarlatina – 1.646 crianças medicadas, apenas 123 apresentaram sintomas graves/Alemanha.
  • 1831/1832 –Cólera Asiática – Alemanha 
  • 1838 – Governo da Prússia (URSS) determina o uso obrigatório de medicamento homeopático com base nos resultados obtidos na Alemanha sobre a cólera.  
  • 1849 – Cólera – Europa
  • 1850/1853 – Tifo – Hospital de Viena – Áustria
  • 1854 – Cólera – Londres
  • 1862/1864 – Difteria – Nova York (EUA)
  • 1918 – Gripe espanhola – Ohaio/Filadélfia (EUA)
  • 2008/2012 – Epidemia Dengue – São José do Rio Preto(SP) – Brasil

Jornalista Responsável Tania Mara Kamienski- RP 3176/12/6v

Contato whatsApp (41) 999270787

sexta-feira, 5 de junho de 2020

DOSSIÊ ESPECIAL - EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS EM HOMEOPATIA




Comprovando que os efeitos positivos do tratamento homeopático não são, exclusivamente, ‘efeitos placebo’ como se repete indiscriminadamente, a revisão “Pesquisa clínica em homeopatia: revisões sistemáticas e ensaios clínicos randomizados controlados” relata os resultados positivos observados em dezenas de ensaios clínicos homeopáticos placebos-controlados para condições clínicas diversas, assim c
omo em revisões sistemáticas e metanálises. Esses resultados são exemplificados em 2 ensaios clínicos realizados em importantes instituições de pesquisa brasileiras: “Estrogênio potencializado no tratamento homeopático da dor pélvica associada à endometriose: Um estudo de 24 semanas, randomizado, duplocego e placebo-controlado” e “Estudo clínico, duplo-cego, randomizado, em crianças com amigdalites recorrentes submetidas a tratamento homeopático”. Evidenciando a segurança do tratamento homeopático, a revisão “O medicamento homeopático provoca efeitos adversos ou agravações medicamento-dependentes?” demonstra, em ensaios clínicos placebos-controlados, que os medicamentos homeopáticos produzem mais efeitos adversos do que o placebo, embora os mesmos sejam leves e transitórios. Finalizando, a revisão “O medicamento homeopático provoca sintomas em voluntários aparentemente sadios? A contribuição brasileira ao debate sobre os ensaios patogenéticos homeopáticos” discorre sobre o desenvolvimento histórico e o estado da arte da experimentação patogenética homeopática, utilizada para se evidenciar as propriedades curativas das substâncias (efeitos patogenéticos em indivíduos sadios) que possibilitam a aplicação do princípio da similitude terapêutica.

Leia o texto na íntegra do Dossiê Especial Evidências Científicas em Homeopatia, no site da AMHB:
https://amhb.org.br/dossie-especial-evidencias-cientificas-em-homeopatia/

Ou busque através da lupa pelo título: Dossiê Especial Evidências Científicas em Homeopatia

Conheça o site da AMHB - Associação Médica Homeopática Brasileira e saiba mais sobre homeopatia, saúde e bem estar. Acesse: https://amhb.org.br/

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Prevenção ao coronavírus: Itajaí anuncia início do tratamento com cânfora

 Publicada em: 

Suspenso após questionamento do ministério Público no mês passado, o uso homeopático da cânfora como medicamento preventivo ao coronavírus será retomado pela prefeitura de Itajaí a partir desta semana. O prefeito Volnei Morastoni (MDB) informou que o remédio foi liberado a partir de nota técnica da secretaria estadual de Saúde sobre como deve ser o uso e distribuição, com respaldo ainda da associação de Homeopatia de Santa Catarina e vigilância sanitária do estado.
O município vai mudar a forma de aplicação. Ao invés de gotinhas que seriam dadas de “boca em boca”, o que provocou polêmica no mês passado, serão distribuídos frascos com cinco glóbulos de cânfora, numa forma de preparação homeopática diferente da versão em gotas. De acordo com o prefeito, que é médico homeopata, as “bolinhas” se dissolvem na boca e devem ser tomadas em dose única.
A distribuição dos frascos é prevista a partir de terça-feira. Os interessados poderão pegar nos postinhos ou receber em casa. O uso do medicamento não será obrigatório. “Nós vamos disponibilizar na rede de saúde pra população em geral que desejar ou através das equipes de agentes comunitários de saúde que vão fazer chegar às casas das pessoas que desejarem”, informou Volnei. O município deve divulgar nesta segunda-feira detalhes de como será essa organização.
A prefeitura recebeu um primeiro lote de frascos com os glóbulos de cânfora na sexta-feira. Eles já começaram a ser entregues para servidores da saúde que quiserem o medicamento, bem como pra levar para uso de familiares. De acordo com o prefeito, a distribuição está respaldada em protocolo estadual da secretaria de Saúde. “Outros municípios também já estão se interessados”, relatou, sobre o uso da cânfora.
Volnei destacou que o remédio é importante pra reforçar o sistema imunológico e vai complementar as ações de prevenção à covid-19, como distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos. “Isso tem um efeito homeopático de profilaxia, pra estimular o sistema imunológico, pra enfrentar doenças como no caso do coronavírus”, comentou.
Polêmica no fim de março
No fim de março, a distribuição das doses foi barrada pelo ministério Público. A estratégia do município, na ocasião, era que os servidores iriam em casa e casa e aplicariam o remédio em cinco gotinhas de “boca em boca”. A medida gerou questionamentos porque os servidores de saúde poderiam se tornar agentes de transmissão de coronavírus indo nas casas aplicar as gotas nos moradores.
Uma recomendação do ministério Público alertou a prefeitura sobre os riscos. O município recuou, mas não desistiu da ideia, aguardando as diretrizes do estado pra retomar o uso do medicamento, com uma nova estratégia de distribuição. A secretaria estadual de Saúde definiu critérios pra tratamentos alternativos, entre eles o de homeopatia, autorizando a aplicação como medida pra reforçar a imunidade das pessoas. O estado considerou na liberação que a cânfora é indicada por entidades de homeopatia.
A utilização do medicamento deve considerar as recomendações das associações brasileira e catarinense de homeopatia. O preparo do remédio também precisa seguir protocolo definido pela vigilância Sanitária estadual. Segundo a norma, o medicamento em gotas não deve ser pingado diretamente na boca, mas diluído em água. A distribuição de frascos é permitida desde que seja em embalagens individuais pra dose única, sem compartilhamento.
Protocolo será acompanhado por homeopatas
A associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) informou que a prefeitura de Itajaí vai seguir as orientações do protocolo oficial. Conforme a entidade, a nota técnica do governo estadual sobre a aplicação do remédio foi elaborada em conjunto com médicos da associação Médica Homeopática de Santa Catarina, filiada à AMHB.
“Há um protocolo de avaliação que será acompanhado por um grupo de médicos homeopatas”, ressaltou a associação em nota ao DIARINHO. De acordo com a associação nacional do setor, a homeopatia é usada na prevenção de doença e melhora o sistema imunológico.
“Há evidências de que, em epidemias, o uso profilático (preventivo) pela população do medicamento homeopático corretamente escolhido pode resultar em menores taxas de infecção e uma menor gravidade da doença”, defende. No início do mês, a associação fez um estudo preliminar com pacientes internados com covid-19, de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, com bons resultados na melhora dos sintomas.
Governador apoia tratamento
Quando a prefeitura anunciou o uso da cânfora no fim de março, o governador Carlos Moises (PSL) demonstrou apoio às iniciativas de tratamentos homeopáticos no estado. Ele considerou a indicação de médicos homeopatas e relatou já ter usado a homeopatia em diversas situações, frisando que ela pode ser uma aliada no combate à covid-19.
“A homeopatia tem apresentado diversos resultados muito positivos. Particularmente, acredito que, na prevenção, ela pode ser muito eficiente pra preparar o sistema imunológico pra receber eventual contato com o vírus”, destacou.
Na nota técnica, a secretaria estadual de Saúde ressalta que o uso de medicamento homeopático pode complementar outros tratamentos, mas não é uma vacina contra a doença. “O medicamento homeopático pode contribuir para a imunidade do organismo frente à pandemia do Covid-19”, informa.

Prefeitura de Itajaí começa distribuição de doses de homeopatia para melhorar imunidade

Por Dagmara Spautz

25/04/2020 - 17h51 - Atualizada em: 25/04/2020 - 17h54



O prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), anunciou que serão disponibilizadas nos postos de saúde doses de cânfora, preparado homeopático para melhora da imunidade. A medida faz parte das ações para prevenir casos graves de covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.
Em março, a primeira tentativa da prefeitura de distribuir as doses foi barrada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A cânfora seria aplicada por agentes de saúde, de casa em casa.
O município recuou, mas a ideia foi reativada depois que a Secretaria de Estado da Saúde emitiu uma nota técnica, em que estabeleceu critérios para terapias alternativas. O documento é do dia 14 de abril, e autoriza a distribuição de doses homeopáticas para melhorar a imunidade - desde que estejam em embalagens individuais. Afirma, ainda, que a cânfora é sugerida por entidades que regulamentam a homeopatia.
A Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) informa, em nota, haver "evidências de que, em epidemias, o uso profilático (preventivo) pela população do medicamento homeopático corretamente escolhido pode resultar em menores taxas de infecção e uma menor gravidade".
O prefeito Volnei Morastoni, que é médico homeopata, ressaltou que não se trata de um tratamento de covid-19, mas uma forma de melhorar as condições gerais do organismo para enfrentar uma eventual contaminação:
- Tem efeito de profilaxia, de estimular o sistema imunológico para enfrentar as doenças.
O uso das medidas preventivas. como máscaras, distanciamento e isolamento social, não deve ser abandonado por quem aderir ao tratamento homeopático. Os detalhes sobre a distribuição da cânfora serão divulgados na segunda-feira (27).

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Campanha Homeopatia na COVID19

Conhecemos o potencial terapêutico da homeopatia e sabemos que podemos ajudar muito nesse momento difícil pelo qual o mundo está passando com a covid-19. 

A campanha #HomeopatiaNaCovid vai oferecer à população brasileira atendimento médico homeopático, ambulatorial, individualizado, online e gratuito.

Muitas pessoas serão infectadas no Brasil e serão necessários muitos homeopatas para dar conta dessa tarefa. Por isso estamos convidando você para se juntar à equipe.

Acesse www.homeopatianacovid.com.br/cadastro e participe.

A HOMEOPATIA na Codiv-19- CAMPANHA

Informação à imprensa A HOMEOPATIA na Codiv-19         A campanha  Homeopatia na Covid-19  é uma iniciativa que reúne médicos homeopatas vol...